O Google anunciou que o Vids permitirá enviar uma imagem do computador, Drive ou Google Fotos para criar um avatar personalizado de IA. Em 3 de novembro de 2026, porém, a empresa pausou o rollout e retirou as datas anteriores, sem informar quando a liberação será retomada. Quando disponível, o recurso permitirá refinar fundo e iluminação, escolher uma voz, escrever o roteiro e salvar o avatar no projeto. Empresas devem aguardar a disponibilidade real na conta e preparar consentimento, revisão e controle de marca antes de usar.
Prepare uma imagem adequada para o avatar
A documentação recomenda uma imagem horizontal em proporção 16 por 9, com rosto humano claro, bem iluminado e fundo neutro. Evite cortes no rosto, sombras fortes, baixa resolução e elementos que possam parecer parte do corpo quando o modelo gerar movimentos.
Use somente imagem própria, licenciada ou autorizada para essa finalidade. Se uma pessoa da equipe será representada, registre o consentimento, os tipos de vídeo permitidos, o período de uso e o processo para retirar a autorização. Não use foto encontrada na internet nem imagem de cliente sem permissão específica.
- Escolha uma foto nítida e com iluminação uniforme
- Prefira fundo simples e enquadramento horizontal
- Confirme direitos de imagem e finalidade de uso
- Defina quem pode gerar novos vídeos com o avatar
- Guarde a imagem original e a aprovação do responsável
Crie, refine e salve o avatar no projeto
No Google Vids, abra a área de avatar de IA, escolha criar um avatar personalizado e envie a imagem. O arquivo pode vir do dispositivo, Drive ou Fotos. Depois do processamento, é possível recriar a opção, refinar a imagem, escolher uma voz, nomear e salvar.
O avatar fica vinculado ao projeto. Para levá-lo a outro arquivo, a orientação atual é copiar o projeto. Isso ajuda a manter consistência dentro de uma série, mas também exige atenção a permissões: qualquer colaborador com acesso suficiente ao arquivo pode participar do fluxo de geração.
Escreva um roteiro que funcione com voz sintética
Use frases curtas, pontuação clara e nomes escritos da forma como devem ser pronunciados. Gere um trecho de teste antes do vídeo completo. Confira números, siglas, termos estrangeiros, pausas e ênfase, especialmente em treinamento técnico, comunicação jurídica ou anúncio de oferta.
O português está entre os idiomas listados pelo Google para avatares de IA. Ainda assim, disponibilidade e qualidade podem variar por voz, conta e conteúdo. Não publique uma fala apenas porque a geração terminou; escute em velocidade normal, com fones e no celular.
Mantenha marca, transparência e acessibilidade
O Google informa que os avatares são criados por IA e não são pessoas reais. Em vídeos externos, deixe claro quando a apresentação é sintética, principalmente se a imagem representa alguém da empresa. Não use o recurso para criar depoimento, declaração ou aprovação que a pessoa não realizou.
Adicione legendas revisadas, contraste adequado e uma versão alternativa quando a informação for importante. Logo, uniforme, cenário e material de apoio precisam seguir a identidade aprovada. Como o recurso permite refinamento visual, confira se o modelo não distorceu marca, produto ou características da pessoa.
Acompanhe a pausa no rollout, planos e limitações
O Google informou em 3 de novembro de 2026 que o rollout está pausado. As datas anteriores para domínios Rapid Release e Scheduled Release foram substituídas por prazo indefinido. Não prometa o recurso em um projeto nem compre um plano apenas para essa função enquanto a liberação não for retomada.
Não existe controle administrativo específico para essa função no lançamento. Organizações que precisam de aprovação central devem usar permissões de arquivos, políticas internas e revisão editorial. O Gemini pode falhar ou produzir resultado impreciso; dados confidenciais não devem ser enviados em feedback.
Para levar daqui
O avatar por imagem do Google Vids está anunciado, mas com rollout pausado desde 3 de novembro de 2026. Aguarde a retomada oficial e prepare consentimento, teste curto, revisão humana, transparência e permissões adequadas antes de publicar.





